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15 julho 2005

iPod é Fatal

Em Nova York, donos do iPods (Apple detém 75% do mercado mundial de aparelhos portáteis de MP3)estão trocando os fones brancos característicos do aparelho da Apple, pelos pretos comuns, com medo de chamar a atenção no metrô. Só neste ano, mais de 50 ocorrências envolvendo roubos de iPods foram registradas em Nova York. E nesta semana, dois adolescentes mataram um usuário para roubar o aparelho tocador de MP3 no Brooklyn. As autoridades locais prenderam os teens e constataram que, em vez de roubarem para revender o aparelho (sai entre 100 e 500 dólares no "mercado paralelo"), os moleques queriam o iPod para uso próprio.
Fonte: Folha Online - Lúcio Ribeiro

iPods atrapalham NY e preocupam a Microsoft

foto do tocador de MP3 o IpodO toca-MP3 iPods, se tornaram uma febre em quase todo mundo, principalmente entre os jovens moradores de Nova Iorque. O sucesso é tanto que vem causando aumento no índice de criminalidade na Big Apple. Todos os garotos querem ter um!

Quem anda muito feliz: Apple

6,2 milhoes de iPods em apenas 1 trimestre, ufa!
A Apple informou ontem que vendeu 6,2 milhões de iPods em seu 3o trimestre fiscal, encerrado em 25 de junho. No mesmo período de 2004, tinha vendido 860 mil. O desempenho do iPod e dos computadores da linha Macintosh fizeram a receita da companhia subir 75% no trimestre, enquanto os lucros aumentaram 5 vezes, em comparação com os mesmos meses do ano passado.
Fonte: Bluebus

Quem anda muito preocupado: Microsoft

Microsoft vai combater avanço do iPod
A Microsoft e a Creative Technology devem se juntar para combater a Apple no mercado de música digital. De acordo com Bill Gates, a companhia deverá ajudar os competidores da Apple a ofuscarem o sucesso do iPod e de outros produtos relacionados, como o iTunes.
Fonte: IDG Now

13 julho 2005

Usabilidade: Simplicidade não é senso-comum

Muito bacana o artigo do jovem jornalista e especialista de usabilidade, Frederick van Amstel, em seu sempre atualizado blog Usabilidoido.
Finalmente algumas empresas estão começando a se preocupar com a usabilidade, espero que outras sigam o mesmo caminho da Philips. Eles não estão fazendo favor a ninguém, estão apenas buscando um diferencial competitivo.

Vejam parte deste post:


 A Philips, grande fabricante de aparelhos eletrônicos, reposicionou sua marca e quer associá-la à facilidade de uso com o lema "bom senso e simplicidade". No site institucional, afirmam que "nossa marca hoje reflete nossa crença de que simplicidade pode ser um objetivo da tecnologia." Eles tem até uma equipe de consultores só para garantir a simplicidade de seus produtos, que conta com a participação do conhecido professor John Maeda, do MIT.

Mas por quê ter um departamento só para tratar do assunto se todo mundo sabe o que é simples e o que não é? Muito simples! Segundo o sociólogo Edgar Morin, vivemos uma época em que o aumento da complexidade é constante em todos os sistemas da sociedade. Os produtos estão ficando cada vez mais complexos, mais cheios de funcionalidade. Torná-los simples não é acabar com a complexidade, mas sim domá-la para que o usuário final possa ter uma boa experiência. Isso significa que podemos ter produtos complexos e simples, ao mesmo tempo.
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Clique para ler todo o artigo Simplicidade não é senso-comum

12 julho 2005

Brasil terá ONG internacional do software livre

O nome ainda não está definido, mas tudo indica que será algo como "Open Technology User Network", isto é, uma "rede de usuários de tecnologias abertas". Seja lá qual for a alcunha, o fato é que, a partir do próximo mês, o Brasil será a matriz de um organização internacional voltada aos usuários corporativos de software livre.

Em fase de estruturação, o projeto é encabeçado por executivos de bancos como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, além de empresas como Cobra Tecnologia (subsidiária de tecnologia do BB) e 4Linux. Do governo, o apoio já firmado vem de nomes como o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). Na arena internacional, a futura entidade terá apoio do Linux Professional Institute (LPI).

Fonte: André Borges Computerworld

Acessibilidade: Bancos impulsionam mercado de "Reconhecimento de Voz"

Pesquisa realizada pela Febraban - Federação Brasileira de Bancos - mostra que, apesar de até o final de 2004 apenas 10% das instituições financeiras utilizassem recursos de Processamento de Voz, o percentual de companhias que realizam testes e avaliações da tecnologia passou de 27% em 2003 para 45%, no ano passado.

Esse aumento de interesse tem como pano de fundo diretrizes tanto do mercado quanto do Banco Central, no sentido de aumentar o compartilhamento da infra-estrutura de serviços, como os ATMs (caixas eletrônicos).

Outro motivador é a tendência de inclusão, na base de correntistas, de um público que precisa de interfaces mais flexíveis e amigáveis nos canais de serviços, principalmente nos caixas eletrônicos e call centers.

Fonte: Convergência Digital

11 julho 2005

78% dos profissionais são infelizes

É o resultado da pesquisa feita pela empresa de Recursos Humanos HLCA Human Learning com 10 mil profissionais de empresas de médio e grande porte.

Para Fátima Sanches, gerente de desenvolvimento pessoal da Personal Service, o principal motivo da infelicidade no trabalho é a liderança.

Para Matos da HLCA, no entanto, uma chefia ruim não atrapalha quem trabalha no que realmente gosta, no que sabe que tem talento,

Se o problema não está na organização e sim na atividade, os especialistas lembram que o recrutamento interno é cada vez mais adotado pelas empresas, já que representa uma oportunidade de economia e motivação de funcionários.

Fonte: caderno Boa Chance, O Globo de 10 de julho de 2005.

Empresas que buscam a liderança em seus segmentos e pretendem continuar crescendo no competitivo mercado globalizado, não podem ter um percentual tão alto de funcionários infelizes. Funcionários tristes, clientes insatisfeitos!

Como esperar que os empregados tenham boas idéias, que encontrem soluções criativas para seus problemas, se estão tristes e desmotivados?

Espero realmente que as empresas inteligentes ajudem seus profissionais a descobrirem quais são suas inteligências, promovendo-os e capacitando-os para novas oportunidades.

08 julho 2005

Acessibilidade: Turma da Mônica em braille

A novidade, lançada durante a Bienal do Livro de 2005 realizada no Rio de Janeiro, foi a Coleção de livros Conheça a Turma em braille, lançada pela Editora Globo.

Estes livros permitem que crianças cegas e com baixa visão também possam conhecer o maravilhoso universo criado por Mauricio de Sousa.


Personagem Dorinha da Turma da Mônica

Fonte: Turma da Mônica

Aproveitando o assunto de Bienal, vivem dizendo que o brasileiro lê muito pouco, que não gosta de ler, que não compra livro, etc. Mas não foi o que vi na Bienal do livro em maio. Achei muito bacana e até bastante complicado caminhar na bienal entre milhares de pessoas ávidas por conhecimento/cultura/diversão, disputando ombro a ombro todos os espaços do Rio Centro. Foi realmente uma loucura, fiquei umas 3 horas e não consegui ver quase nada dentro de tantas ofertas.

Conclusão: bons livros + boa divulgação + bom espaço + preço acessível = Muitos livros vendidos.

07 julho 2005

Visita a Florianópolis

Estive em visita relâmpago a interessante cidade de Florianópolis, capital do Santa Catarina. Foram apenas 32 horas de permanência na cidade. Na visita, passei 16 horas trabalhando, 1 hora no translado, 2 horas entre check in/checkout e café da manhã, 8 horas de sono e 2 horas almoço. Restaram-me 3 horas que aproveitei em magnífico jantar no Chico, restaurante de frutos do mar em frente à lagoa. Muito BOM!!!

A cidade é a como se fosse um Rio de Janeiro pequeninho, geografia bem recortada, muitas praias, montanhas, gente muito bonita e de uma simpatia que dá até para desconfiar.

Enfim, fiquei com gostinho de quero mais, espero voltar a passeio o mais rápido possível e de preferência no verão.

foto no centro da cidade de Florianopolis

foto da praia próxima ao centro de Florianopolis

Estudo: mente não funciona como um computador

"A mente humana não trabalha como o processador de um computador, afirmou um estudo publicado pela Cornell University, dos Estados Unidos.

Diferentemente do que se sugeria, o pensamento não é formado por uma série de estágios distintos (zeros e uns), e sim como um "contínuo dinâmico", com estágios intermediários que evoluem para uma determinada escolha."

Artigo completo no site da IDG

Fonte: IDG Now!

06 julho 2005

Programa de inclusão digital tem foco equivocado, diz especialista.

"Um programa de inclusão digital com foco na redução de preços favorece mais a indústria do que os usuários. Dizer que preços baixos podem ajudar na resolução do problema é como afirmar que um indivíduo estará alfabetizado quando ganhar uma caneta. Será que uma questão tão abrangente pode ser resolvida com micros mais baratos?"

Fonte: URL Sinistras

 
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