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24 fevereiro 2008

Zona Sul, o site continua inacessível, mas o cardápio em Braille...

Pois é, o site do Supermercado Zona Sul continua inacessível, mas o cardápio em Braille finalmente foi atualizado.

Estava em casa sábado à noite, quando de repente me bateu uma incontrolável vontade de comer a boa velha pizza do Zona Sul, afinal, desde o final do ano que eu não comparecia.

Fui correndo até o mercado mais próximo e pedi uma pizza de atum, tudo bem, pra variar estava em falta, então escolhi uma de presunto. Diga-se de passagem, ela estava muito, mais muito boa. Saca a experiência perfeita (desculpe-me Felipe Memória pelo plágio), mas quando misturamos esses três ingredientes mágicos: fome, desejo e sabor, é só alegria.

Para minha grata surpresa, na hora de pagar a pizza reparei que o cardápio em Braille estava lá, me olhando, bem a vista de todos nós videntes, “nós quem cara pálida?”.

Então perguntei ao caixa se o cardápio em Braille estava atualizado, foi quando uma outra atendente, que já me conhece de outros carnavais, respondeu: ”foi atualizada sim, e da próxima vez, o senhor já pode chamar sua amiga.”

Ela fazia referência a minha amiga Lêda, que é cega e adora um bom papo acompanhado de uma suculenta pizza, mais ainda quando ela pode ler e escolher sozinha o que vai comer.

Quem quiser entender melhor essa história, leia o post: Supermercado Zona Sul: acessibilidade para inglês ver.

Poxa, fiquei feliz... Parabéns ao Zona Sul e sua equipe e espero sinceramente que na próxima atualização no cardápio, vocês não cometam o mesmo imperdoável erro.

Mas como nem tudo são flores, no dia seguinte resolvi dar uma olhada no site do Zona Sul. Logo de cara, nas primeiras linhas de código da página inicial, os importantes botões de: “fechar compra” e “ver o carrinho”, estavam com o seguinte código:


<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="166">
<tr>
<td>
<a href="...">
<img src="img/btnVerCarrinho.gif" alt="" width="79" height="20" border="0" id="IMG1">
</a>
</td>
<td>
<a href="...">
<img src="img/btnFecharCompra.gif" alt="" width="87" height="20" border="0">
</a>
</td>
</tr>
</table>

Dois links aplicados em imagens sem nenhuma descrição em texto... ainda por cima, dentro de uma desnecessário tabela.

Mas aguardem, pois soube por uma fonte fidedigna que a agência que produziu o site foi procurada pelo cliente, mais ou menos na mesma época em que publiquei o post já comentado acima, em busca de informações sobre acessibilidade. Como quase ninguém lê esse blog, enviar também meus comentários pelo “Fale Conosco” do site.

Como sou cliente de longa data desse mercado, sei que quando há fumaça, normalmente tem fogo, então é esperar para “ver”...

Afinal, alterar um complexo sistema de comércio eletrônico, totalmente fora dos padrões web e das técnicas de acessibilidade, não é uma tarefa trivial. Acho até que “alterar”, não seja bem o verbo que devemos usar nesse caso.

Mas de qualquer modo, vou dar um voto de confiança e esperar mais pela solução acessível.

Amigos, por favor, quero ser supreendido...

26 junho 2007

Vote no Cristo! Se puder...

Tela de abertura do site Vote em Cristo carregando sua versão totalmente em flash
Ao tentar demonstrar seu patriotismo e seu "carioquismo" votando no Cristo para uma das maravilhas do mundo, minha amiga e parceira da Acesso Digital, Lêda Spelta, deu de cara com um site em flash e totalmente inacessível...

Excelente o artigo da Lêda, não deixem de ler: Vote no Cristo! Se puder...

"Sensibilizada pela maciça campanha publicitária para eleger, como uma das sete maravilhas do mundo contemporâneo, o nosso Cristo Redentor - cartão postal do Rio de Janeiro e único concorrente brasileiro - decidi votar através do site Vote Cristo."

24 maio 2007

Hoje é dia de cineminha grátis - vídeo: “Acessibilidade na Web: custo ou benefício?”

Vídeo - Acessibilidade na Web: Custo ou Benefício?
Data e hora: 24 de maio de 2007, às 19h.
Local: Auditório do SENAC RIO - Rua Santa Luzia, 735 - 7º andar - Centro - Rio de Janeiro - Brasil.
Dica: próximo ao Metrô Cinelândia, saída Av. Rio Branco.
Informação: o local tem acessibilidade para pessoas com deficiência.
Apoio: Seprorj, Sebrae/RJ e Senac RIO.

Após o vídeo vai rolar mesa redonda com as seguintes figuras:

Quem não puder ir no lançamento, poderá baixar o vídeo completo ainda hoje, no final da tarde, em nosso site: Acesso Digital.

[upload]

Mesmo com o frio e chuva, depois do evento vamos tomar alguns chopinhos pelo centro do Rio. A primeira rodada de chope ou coca-cola, para os que não bebem, é por minha conta...

[/upload]

16 maio 2007

Portais do governo serão adaptados para cegos...Será... Será...Será...

Essa notícia tinha tudo para ser comemorada, mas fico realmente preocupado com um possível desperdício de tempo e dinheiro...

"BRASÍLIA - Os portais do governo federal serão adaptados para acesso por portadores de deficiência visual.

Uma portaria da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, publicada na semana passada, traz recomendações para que todos os 26 mil links do governo federal sejam adaptados ao acesso das mais de 16,5 milhões de pessoas que têm algum tipo de deficiência, em especial os deficientes visuais.

A informação é do secretário Rogério Santanna, que disse que todos os órgãos governamentais deverão se adaptar o mais rapidamente possível às exigências de acessibilidade para pessoas deficientes.

A secretaria vai fornecer um software, chamado "Silvinha", que foi desenvolvido em conjunto com a organização não-governamental Acessibilidade Brasil.
..."

Fonte: Info Online

Andei dando uma olhada em alguns sites do governo com selinho de acessibilidade e com "bunitus e muuuderrrnus" efeitos que permitem ao usuário aumentar e diminuir a fonte e escolher entre no mínimo umas três opções de cores de fundo e texto. Sites com selo do validador de acessibilidade brasileiro "Da Silva" e, que assim, são considerados acessíveis pelos seus mantenedores.

O problema é que isso não é bem verdade. Claro que estão muito mais acessíveis que nas suas versões anteriores que utilizavam em tabelas aninhadas e nenhuma técnica de acessibilidade. Mas pecam em confiar tanto em um selo de acessibilidade e em não realizarem testes com outros validadores, especialistas e usuários com diferentes necessidades - leia-se aqui: cegos, surdos, deficientes motores, idosos, leigos, etc.

Mesmo usando apenas os testadores automáticos de acessibilidade, a maioria desses sites com selinho de acessibilidade, senão todos, não passam pelos validadores: Watchfire WebXACT, eXaminator ou Hera e alguns pelo próprio Da Silva. Isso sem contar que nem de longe passaram pelos validadores do W3C para (X)HTML e CSS.

A partir desse resultado, resolvi pedir a opinião de alguns amigos deficientes e a resposta foi que, apesar de estarem em sua maioria teoricamente "acessíveis", apresentam uma acessibilidade capenga, ou seja, preparada para passar em validadores, e não para facilitar a navegação de quem realmente precisa de acessibilidade.

Escrevi um artigo 2 anos atrás e infelizmente desconfio que ele nunca esteve tão atual: "O selo não garante a acessibilidade".

Para terminar, volto a fazer algumas das mesmas perguntas que fiz nesse mesmo blog quando venceram os dois anos de prazo do decreto de lei de acessibilidade nº5.296:

Será que bastará ter o selinho de acessibilidade de um validador automático qualquer, para se safar?

E se um site estiver acessível e não tiver aplicado o selinho, o que será que vai acontecer?

Como o governo espera saber exatamente quem cumpriu ou não o decreto?

Quem vai testar e comprovar se os infinitos sites e suas intermináveis páginas estarão mesmo acessíveis?

14 maio 2007

Cego testa grau de exclusão da Web em Portugal ficando 15 dias sem sair de casa

"No Ano Europeu da Igualdade de Acessibilidades para Todos, um cego português prepara-se para se fechar, durante duas semanas, num apartamento em Lisboa, com o objectivo de testar o grau de exclusão da sociedade portuguesa.

Ao longo de 15 dias, o invisual vai tentar, entre outros aspectos, encomendar comida e produtos de higiene, comprar produtos culturais e manter-se informado sobre a vida do País e do mundo, tendo a Internet como único recurso para o contacto com o exterior...

...A experiência pretende verificar os níveis de acessibilidade do comércio electrónico em Portugal e é promovida pela Vector21, com o alto patrocínio do Presidente da República, em parceria com a Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) e Associação do Comércio Electrónico em Portugal (ACEP)."

Espero que tenhamos acesso ao resultado desse "big brother" da acessibilidade Português e a resposta das empresas analisadas aos seus resultados.

Queria ver algo parecido com os principais serviços oferecidos via Web do Brasil como, por exemplo, Homebanking, comércio eletrônico e serviços do governo como imposto de renda, etc.

Fonte: Diário Digital

31 março 2007

Amazon vai tornar seu site acessível até o final de 2007

A NBF - National Federation of the Blind (Federação Nacional de Cegos) e a Amazon.com anunciaram no último dia 28 (março de 2007), que irão trabalhar em conjunto para promover e melhorar a tecnologia que permite cegos acessarem e usarem a World Wide Web.

Em um acordo da cooperação, a Amazon.com se comprometeu a melhorar a acessibilidade em seu site, desde que, a NFB preste a consultoria necessária para que os técnicos da empresa de comércio eletrônico possam implementar acessibilidade ao seu site.

A Amazon prometeu trabalhar para prover acesso total a Amazon.com até no máximo dia 31 de dezembro de 2007.

Recebi essa notícia pela lista de acessibilidade do W3C (w3c-wai-ig@w3.org) envia pela Cynthia D. Waddell, JD - Executive Director and Law, Policy and Technology Consultant International Center for Disability Resources on the Internet (ICDRI)

Achei muito bacana a iniciativa e mandei um e-mail para lista, endereçada a Cyntia elogiando o trabalho, mas fiz algumas considerações:

Por que quando se fala de acessibilidade normalmente se mantém o foco exclusivo sobre cegos? E as outras deficiências e limitações? Perguntei também como fica a usabilidade e os Web Standards nesse projeto?

Notícia: Amazon.com and National Federation of the Blind Join Forces to Develop and Promote Web Accessibility.

[atualização]

Bruce Lawson comenta o tema:

>But I have question: wy this exclusive focus on the visual deficiency?
>What about the others? And the usability and Web Standards problem?#

Indeed. I had much the same questions when I posted on the web standards project web site this morning amazoncom-to-enhance-its-accessibility

It would be a terrrble shame, and a hugely squandered opportunity, if Amazon merely kludged their existing code so that it worked passably well in Jaws, and forgot about every other disability or valid code.

Anyone know anything about the track record of the NFB developers? The code on their site is a bit grim; font tags and tables, and invalid even though the doctype is html transitional.

Bruce

[/atualização]

18 março 2007

Logotipo para Bengala Legal e matéria no G1 com o MAQ

O meu amigo Marco Carlos, digo, Marco Antonio de Queiros, o MAQ, me pediu para criar um logotipo para seu site BengalaLegal.com.

Aos pouco ele tem alterado o visual de seu muito bom e informativo site. A carinha ainda é praticamente a mesma de quando começou em 2000, mas aos poucos, algumas pequeninas mudanças vão sendo implementadas.

Como por exemplo, retirar a textura de fundo para tornar o design mais limpo e o texto fácil de ler. Retirou também, pelo menos do campo visual, o contador de visitas. Era algo como, "você é o visitante número 21001 dessa página".

MAQ justificou que para os cegos, a informação de quantos visitantes a página teve é muito importante, principalmente porque, quando começou em 2000, muitos desses contadores eram imagens sem alternativa em texto, portanto, inacessíveis para eles. Sempre ouviam "você é o visitante número ... dessa página".

Voltando ao tema desse post, o MAQ me pediu para criar um logotipo para seu site e apesar de não ser nenhum especialista em marcas, resolvi aceitar o desafio e tentar criar algo.

O nome bengala legal vem da idéia do MAQ de mostrar - para quem não sabe - que uma pessoa cega pode ser tão feliz e divertida (legal) como qualquer outro vidente. É assim que chamam as pessoas sem deficiência visual.

Então, “baseado” nessa premissa, tive a idéia de brincar com o smiley da página e com o nome bengala legal.

Acabei gostando do resultado e o MAQ também. Apesar de não ver, ele gostou da idéia e o feedback de seus amigos e parentes sobre o logo, não poderiam ser melhores.

Foi o que disse para ele, o processo de criação de um logo, pelo menos para mim, pode tanto sair em meia hora numa única versão, como demorar semanas e atravessar várias edições.

Bem, chega de falar... vejam o logo bem-humorado do Bengala Legal. Pelo menos uma coisa tenho certeza, ele ficou a cara do MAQ... quem o conhece, pode assinar em baixo.



logotipo da Gengala Legal



Falando em MAQ, saiu esta semana uma matéria com ele no G1 com o título: “Adaptação de tecnologia leva web aos cegos”.

03 novembro 2006

Um site acessível para cegos é necessariamente acessível para surdos?

Muito se fala de acessibilidade digital para deficientes visuais, até mesmo o decreto de Lei brasileiro Nº5.296 faz menção que: "todos os portais e sites da administração pública deverão ter obrigatoriamente seus conteúdos acessíveis para pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às informações disponíveis". Mas e as outras deficiências? Tornar um site acessível para deficientes visuais é o suficiente para atender a todas as pessoas com necessidades especiais?

Por um lado, isso pode até ser verdade, afinal, o deficiente motor e o visual normalmente interagem com as páginas de um site através do teclado. Seguindo essa lógica, ao criar uma página acessível e fácil de usar mesmo sem o mouse, ou seja, navegando apenas com o teclado, poderemos dizer então, que um site acessível para deficientes visuais também é para deficientes motores.

Mas será que essa lógica pode realmente garantir que sites acessíveis para deficientes visuais, também sejam para deficiências motores em suas mais diferentes necessidades?

Trocando um pouco de foco, será que essa mesma lógica também é valida para os deficientes auditivos?

Não seria melhor fazer testes com diferentes usuários e, a partir dos resultados, definir quais são as principais características que devem ser aplicadas para atender a todas as necessidades especiais?

Quando falamos de acessibilidade digital para surdos, o principal problema que nos vem a mente é a falta de legendas em filmes, vídeos e animações, transcrição em texto de artigos e conversas gravadas e disponibilizadas via podcasting, etc.

O problema é que, além dessas limitações mais aparentes, existem outras barreiras que não são assim tão obvias e, por isso, são ignoradas e deixadas de lado.

“Fazer a comparação cego/surdo é um pouco antagônica ... O cego pode ouvir, por isso cria registros corticais que, digamos assim, podem ser entendidos como que "o esqueleto" de suporte para que uma estrutura lingüística e fonética se possa formar. Depois desta, e só depois, é que é feita a alfabetização da pessoa cega através do Braille; o que com a pessoa surda não poderá acontecer.”

Texto do português José Pedro Amaral, surdocego - surdo total e com baixa-visão - bi-implantado na lista de acessibilidade do Yahoo.

Como colocou o José Pedro, o deficiente visual aprende primeiro o português para só depois aprender o braile. Já o surdo, aprende a língua brasileira dos sinais (Libra) e depois o português. O grande problema continua sendo a falta de informação, principalmente dos profissionais da educação... Por pura ignorância no assunto e baixa capacitação profissional, pensam que o surdo é menos capaz.

Em resposta a esses e outros "preconceitos", apresento a frase - ou slogan - da minha escola de samba, o Salgueiro: nem melhor, nem pior, apenas diferente.

Infelizmente a humanidade ainda não aprendeu a lidar com as diferenças e tem muita dificuldade em compreender o desconhecido, o diferente, o novo. Mudanças também não são bem-vindas em sua maioria e, parafraseando o filosofo Heráclito: "Os cães ladram para o que não compreendem". Além das escolas e universidades, infelizmente essa dificuldade também se reflete na maioria das empresas, associações, etc.

Para agravar o problema da acessibilidade, a língua de sinais é bastante limitada se compararmos com o português. Se muitas vezes, pessoas sem nenhum tipo de deficiência têm dificuldades de entender um texto complexo, imaginem um surdo que não teve acesso a uma educação eficiente as suas necessidades.

"é importante que as pessoas surdas tirem cursos superiores, caso contrário os "ouvintes" vão continuar a pensar que temos menos capacidades".
António Pisco, ficou surdo aos 18 anos e atualmente cursa 2.º ano do curso de Educação Física e Desporto na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia.

Fica mais fácil de entender as diferenças com exemplos:

”Os motivos são diversos, o fato é que a conversão de palavras comuns, como logradouro e filiação, para libras é complicada e quando o surdo se depara com elas em formulários é um problema... além disso ainda existem as metáforas que são difíceis de serem explicadas ao surdo, tipo caiu o dinheiro na conta...para o surdo cair é cair de tombo”

Texto retirado de uma mensagem de Edson Constantino na lista de acessibilidade do Yahoo.

Pela limitação natural da língua dos sinais em representar todas as palavras do nosso rico português, se o texto for rebuscado, obscuro ou complexo, tornar-se-á uma barreira natural para acessibilidade.

Não entendeu? Tudo bem, então não deixe de ler a história do lobo mau e da chapeuzinho vermelho produzida pelo professor surdo-mudo Francisco Goulão. O mais bacana dessa história e que ela é dividida em duas, na primeira coluna é contada em português e na segunda, em língua dos sinais e com a sua tradução literal para o português.


Chapeuzinho vermelho falando para o lobo mau em linha portuguesa: mora perto do moinho e do lago, ao lado da grande árvore. Lingua de sinais: moinho perto lago lado árvore grande.

Ao ler essa historinha, "minha ficha caiu" - olha o uso de mais uma metáfora. Mas com ajuda do Mestre, as diferenças entre as línguas ficaram muito mais claras.

somos surdos - somos felizes

Conclusão: a única solução para atender a surdos e “Troianos” e, por tabela, todos usuários, é aplicando a boa e velha receita de bolo: quanto menos, mais. Ou seja, se podemos simplificar, para que complicar?


"Complicar o simples é fácil. Criatividade é tornar o complicado em simples."
Contrabaxista Charles Mingus.



exemplo do aplicativo que transforma texto em lingua de sinais
Dica de software:

- software que transforma o texto escrito em uma animação para a linguagem brasileira de sinais.

Dica enviada por: Walmar Andrade - www.fatorw.com

- Blog do Professor surdo/mudo Francisco Goulão.

 
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