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26 julho 2009

Livro: O TIRO E O ALVO - Aforismos para resolução de problemas de negócios

Capa do livro O TIRO E O ALVO
Em setembro outubro será lançado o livro: O TIRO E O ALVO.

Para se ter uma ideia do que vem por aí, seguem alguns aforismos retirados do início do livro:

# 4

"Nem 'sociedade da informação' e muito menos 'sociedade do conhecimento', como proclamam os vendedores de ilusões. Vive-se, de fato, a sociedade da ferramenta.

Armas em vez de segurança; ambulâncias em vez de saúde; computador, em vez de educação; cadeia em vez de re-socialização dos presos; diploma, em vez de conhecimento; automóvel particular, em vez do transporte; fast food em vez de alimento; grife em vez de agasalho e elegância etc.
Enfim, consumismo em vez de usufruto. Mera sociedadezinha fetichista".`

# 11

"A incapacidade para resolver problemas se deve, em grande parte, à reatividade das pessoas e empresas. Só se muda quando dói e, nestes casos, age-se apenas de forma analgésica.

De que vale dispor da mais inovadora tecnologia se o problema é tratado corretivamente sobre sintomas, ignorando-se-lhe as causas?"

# 18

"O perigo do homem se subordinar à ferramenta é a perda da consciência dos próprios objetivos. Os papéis se invertem, o indivíduo vira extensão da máquina e o cachorrinho passa a levar a madame, toda manhã, para fazer xixi no calçadão de Copacabana".

# 21

"A quase totalidade dos cursos, certificações e práticas atuais se concentra em aprimorar a qualidade no manejo da arma e não a habilidade para identificar alvos.
Certifica-se que o técnico é um exímio atirador; isto é, dado um alvo, ele acerta todos os projéteis no bull’s eye. Mas quem apresenta o alvo a esse 'atirador de elite'?"

# 24

"A fragilidade das 'soluções tecnológicas' não está no despreparo para construir soluções, mas na incapacidade de enunciar problemas.
Não está no manejo da arma, mas na invisibilidade do alvo.
Não está no receituário médico, mas na inépcia para diagnosticar a doença".

#33

"Se o que os autores das 'sagradas escrituras da gestão' preconizam fosse de fato eficaz, o país de onde majoritariamente se originam - e onde os 'managers' são nelas educados - não demonstraria tanta inocência, inépcia e incompetência gerencial...."

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Outros aforismos:

#38

A indústria de best-sellers na área de administração se transformou num negócio bilionário autossuficiente que, no entanto, influencia econômica e culturalmente o mercado. Nenhum administrador “hodierno” que preze sua reputação pode se dar ao luxo de desconhecer os chavões e siglas da moda, renovados mensalmente no camelódromo planetário do pensamento empresarial descartável.

#41

"Assim escreveu Arthur Schopenhauer, o notável filósofo alemão, em meados do século XIX [04]:

'Em geral, estudantes e estudiosos (...) têm em mira apenas a informação, não a instrução. Sua honra é baseada no fato de terem informação sobre tudo, (...), sobre o resumo e o conjunto de todos os livros.'

E completa:

'Diante da imponente erudição de tais sabichões, às vezes digo para mim mesmo: Ah, essa pessoa deve ter pensado muito pouco, para ter lido tanto.'
É mais ou menos o que ocorre com muitos cursos, em que o aluno tem pouco tempo para ler e meditar sobre a bibliografia extensa e sagrada que lhe é imposta. Sobrariam horas diárias para os nossos aprendizes de feiticeiro pensarem sobre o que estão lendo?"

#42

"Albert, o cientista, confirma Arthur, o filósofo.

'Quem lê demais e usa pouco o próprio cérebro se habituando a ter preguiça de pensar.'
Albert Einstein"

#45

"É hora do administrador pensar mais com a própria cabeça. Um pensamento absorvido de fora só se transforma em conhecimento pessoal se confrontado criteriosamente com as questões, idéias e verdades que o indivíduo já possui."

#46

"Uma coisa é pensar com a cabeça dos outros, o que significa abdicar de pensar, delegar a terceiros a atividade intelectual, repetir como um papagaio verdades alheias.

Outra coisa é pensar junto com os outros (copensar). Neste caso, têm-se a oportunidade de aprender junto, inventar junto, confrontar idéias e, mais do que a soma do co-nhecimento individual, multiplicar sinergicamente o conhecimento coletivo."

#47

"Na investigação de problemas de negócios, o desafio pode ser mais desaprender do que aprender, mais libertar a mente para descobrir a verdade dentro de seus próprios negócios do que acreditar em milagres vindos de fora. Fechar os olhos viciados em dogmas, paradigmas, pensamentos únicos e idéias de silicone para ver a essência de seus empreendimentos."

#57

"A mulher pela qual se está apaixonado faz parte de uma categoria que poderia ser etiquetada como 'mulheres lindas, jovens e inteligentes'.

Mas o que faz você loucamente apaixonado por sua namorada em especial não são as características que ela tem em comum com as mulheres 'lindas, jovens e inteligentes'. O que te faz tão apaixonado são as peculiaridades que a distinguem das demais.

O que faz alguém admirar Van Gogh não são as características do célebre pintor holandês comuns a todos os pintores impressionistas, mas suas qualidades particulares, suas idiossincrasias.

Este conceito vale para o restaurante, o escritor ou o profiteroles. Também para os negócios, é óbvio."

#62

"Pode a síntese prescindir da análise? Pode o geral esnobar o particular? Quanto pode valer um detalhe?"

#63

"Todo padrão é essencialmente pobre, principalmente os traficados por instituições ricas.

Todo padrão é nuclearmente burro, nomeadamente os concebidos por pessoas espertas.

Todo padrão é antiestético, entorpece, entedia e brocha."

#65

"O que deve ter a qualidade prioritariamente certificada é o produto final e não o processo produtivo. A qualidade do sujeito confirma-se na qualidade do objeto produzido."

#66

"O que qualifica o padeiro é o pão."

#67

"Padrões, receitas de bolo, mapas da mina, caminhos das pe-dras, pulos-do-gato, passo-a-passos ou as auto-denominadas 'best practices' frequentemente desconvidam o investigador a pensar e empurram-no pela ladeira fácil do pensamento alheio e pronto.

Quem perguntaria o porquê de um padrão ISO?

Quem cogitaria um caminho alternativo, diante de um passo-a-passo de unanimidade rodriguiana?

Quem contestaria a verdade de uma boa prática escrita no idioma de Shakespeare?"

#70

"O mundo dos padrões teria começado com o nobre objetivo de oferecer caminhos, mas – recorrendo a um antigo aforismo – é de boas intenções que o 'inferno da tecnologia' está múltiplas vezes pavimentado."

#71

"Algo que se poderia perguntar sobre melhores práticas: 'melhores para quem?'"

#72

"O que fazer quando as características do problema não combinam com os padrões recomendados? Quem deve mudar? O problema?"

O livro já pode ser comprado pelo site da editora: Editora CAIS PHAROUX.

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18 março 2008

Arte popular com merchandising...

São os novos tempos, nem a arte popular escapa do assédio comercial.

Pois é, Copacabana tem uns 6 diferentes pontos onde encontramos criativos e talentosos artistas da praia que reconstroem, bem próximos ao calçadão, os principais pontos turísticos do Rio literalmente na areia e com areia. Podemos achar o Corcovado, Pão de Açúcar, os arcos da Lapa, as favelas, castelos e, não podiam faltar, as mulheres cariocas deitadas com o popozão para as estrelas.

Além dos já manjados locais reproduzidos pelos artistas, em datas comemorativas, encontramos obras sobre o tema em evidência. Foi assim no PAN, natal, ano novo e, agora na páscoa, não poderia ser diferente.

Isso tudo não é novidade, mas encontrar uma mensagem de amor em uma dessas obras, me chamou atenção.

No PAN já tinha visto alguns pequenos e acanhados logotipos da Prefeitura e de algumas empresas patrocinadoras do evento esportivo nessas áreas, mas me pareceu muito mais uma decisão do próprio artista do que algum patrocínio de fato.

Mas agora não, ficou claro que alguém pagou ao artista para colocar, entre o Corcovado e o Pão de Açúcar, uma mensagem de amor para filha e esposa.

mensagem de amor a filha e esposa na areia da praia de Copacabana

Segundo o próprio artesão, “um ‘gringo’ passou e perguntou quanto era para colocar uma mensagem para filha...falamos que era 500 paus. Esperando que ele pechinchasse, mas como não reclamou, ficou por isso mesmo. Mas se estiver interessado, podemos fazer mais barato”.

Alguém interessado?

eu em primeiro plano com a praia de Copacabana ao fundo e a mensagem para esposa e filha na areia

Mais fotos da mensagem no Flickr.

25 janeiro 2008

Fatos e fotos de 2007 - parte 1

É a primeira vez que faço uma retrospectiva, talvez seja última, mas como o ano de 2007 foi bastante atípico, vou listar alguns momentos e acontecimentos, que pelo menos para mim, mereceram destaque:

31 de dezembro 2006:

Reveillon no hospital São Lucas em Copacabana.

Comecei o ano com meu pai mais para lá do que pra cá, mas depois de uma boa recauchutada e 4 pontes de safena no logo no primeiro dia do ano, ele ficou bem.

Apesar do sufoco que passamos, hoje vejo que foi um presente. Quem vive, quer qualidade de vida e foi isso que ele ganhou em 2007.

Janeiro

A sensibilidade venceu a força.

Uma fantástica virada de mesa da Nintendo para cima da Sony.

No final de 2006, com foco na satisfação do usuário a Nintendo apostou suas fichas na interatividade e lançou seu inovador, criativo e simples, mas não simplório WII e desbancou a líder Sony com seu PS3 e 7 processadores.

Conseguiu com uma só tacada ganhar a liderança do mercado de games e aproximar gerações, até então, distantes e separadas pela tecnologia.

Quando alguém poderia imaginar um vovô jogando videogame com seu neto? Isso com baixa curva de aprendizado e seguindo recomendações médicas.

Fevereiro

Banco do Brasil disse que iria investir 90 milhões de reais em acessibilidade entre 2007 e 2008. Como 2007 já passou e não vimos nada de substancial, vamos aguardar e torcer que apareça algo relevante em 2008. Só para constar, sou um otimista e acredito em Papai Noel e coelhinho da Páscoa.

Março

Acordo da Amazon.com com a NBF

A Amazon.com anunciou um acordo com a A NBF - National Federation of the Blind (Federação Nacional de Cegos) e prometeu que com ajuda desta entidade, tornaria seu site acessível até o dia 31 de dezembro de 2007. Deve ter acertado o dia, mas com certeza errou o ano.

Fui dar uma conferida e nada aconteceu. Nem o basicão eles fizeram, que seria ao menos colocar alternativos em texto nas imagens com links na sua página inicial.

Mas procurando na web, descobri que eles resolveram adiar o lançamento da nova versão para 30 de junho de 2008, isso em função da complexidade do sistema de e-commerce da Amazon.

Gostaria de ver a Amazon dando um belo exemplo, mas temo que o resultado seja mais um daqueles sites “acessíveis” apenas para deficientes visuais. Ou quem sabe, uma versão alternativa mais no estilo "txt" com baixa qualidade gráfica, afinal, cego não enxerga mesmo.

Bem, espero ser surpreendido... é aguardar até junho para ver.

Amazon.com Accessibility to be Completed June 30, 2008 (notícia no site da NBF sobre o adiamento).

Workshop na 8ª Conferência Portais Corporativos.

Apresentei um workshop sobre Técnicas para Desenvolver um Portal Atrativo e de Fácil Navegação em São Paulo, na 8ª Conferência sobre Portais Corporativos realizado pelo IBC – International Business Communications.

Horácio durante sua apresentação no IBC.

Curso Arquitetura da Informação

Ainda em São Paulo, fiz um curso de Arquitetura da Informação com o Guilhermo Reis. Indico o curso, mas o que superou as minhas expectativas foi o alto nível dos participantes. Fiz ótimos contatos e amigos, alguns reencontrei pela web, outros em eventos pelo Brasil.

Princípios de Design.

O web designer, Joshua Porter publicou os seus cinco princípios de design, que na minha humilde opinião, deveriam ser mandamentos…

Caindo na Real.

Lançado em 2006, tive acesso a metodologia Getting Real (caindo na real) em 2007. Esse interessante conjunto de aforismos da empresa 37Signals literalmente me fez cair na real. Depois do seu lançamento, existem agora dois tipos de profissionais: os que caíram na real e os que ainda vivem nas trevas.

Abril

Revista iMasters.

iMasters lançou sua revista impressa com tiragem trimestral.

Comprei o número um e confesso que não gostei. Excesso de design para pouco conteúdo e com preço acima das revistas do gênero.

Faz tempo que não leio nem ouço nada a respeito, mas se ainda continuam com o mesmo estilo e modelo de negócios, temo pela continuidade da revista em 2008.

Maio

Lançamento do vídeo Acessibilidade na Web,: Custo ou Benefício?



Essa foi sem dúvida uma grande “bola dentro” da Acesso Digital.

Nós esperávamos uma boa aceitação do vídeo, mas não imaginamos que seria tão bem recebido e que iria influenciar tantos profissionais.

Esse filho, digo vídeo, já nos deu muitas alegrias e valeu cada centavo e hora de trabalho investida durante exatos 9 meses, entre sua concepção e lançamento.

É impressionante o poder do boca-boca via internet, ou como é chamado, “marketing viral”.

Recentemente publiquei as fotos do principal dia de gravação onde ficamos trancados por mais de 15 horas gravando sem sair de cima, a nossa visita e depois gravação na Funlar-Rio e também do lançamento do vídeo no Senac-Rio, em de maio de 2007.

Junho

Carreira Solo.

Depois de 18 anos trabalhando em grandes empresas como CLT, saí em carreira solo como professor, consultor e sócio da Acesso Digital.

Apesar da melhoria na qualidade de vida, precisei de um tempo para me adaptar.

No início, sem horário certo, troquei a noite pelo dia e tive queda de produtividade e problemas de concentração. Com mudanças de hábito e muita disciplina, consegui encontrar o ponto de equilíbrio.

Esse foi um ano de crescimento e muitas lições aprendidas como solista, como por exemplo:

  • Plantar, semear e a aprender a esperar o momento da colheita;

  • Aprender que nem todas as sementes vão vingar;

  • Superar com bom-humor e criatividade as barreiras e dificuldades que surgem pelo caminho;

  • Saber que errar faz parte do scritp, mas que é preciso aprender com o erro;

  • Ter fôlego, mesmo que pequeno e um grande controle financeiro para sobreviver as vacas magras;

  • Ampliar sua rede de contatos;

  • Se juntar com as pessoas certas;

  • Apreender a dizer não;

  • Acreditar e investir em sonhos e idéias;

  • Identificar e trabalhar seus pontos fracos e fortes;

  • Saber manter a motivação, pois trabalhar com tesão faz toda a diferença.


No final da história, quando trabalhamos com prazer a segunda-feira é um dia tão legal quanto qualquer outro dia e é muito bom colher os bons frutos desse trabalho.

Janelas quebradas.

O talentoso Walmar de FatorW, escreveu um excelente post sobre a teoria das Janelas Quebradas aplicadas a Web. Não deixem de ler e aplicar, afinal, são pequenos detalhes que separam o bom, do ótimo.

24 agosto 2007

RioInfo 2007 - Slides, Fotos e MP3 da apresentação: Design para Simplicidade

Quarta-feira, dia 22, apresentei uma palestra sobre o tema "Design para Simplicidade" na Rio Info 2007 no painel sobre: acessibilidade, usabilidade e interface. A princípio, falaria sobre acessibilidade, mas por culpa da Microsoft, ou melhor, do office 2007 e de uma pergunta que recebemos sobre a acessibilidade do Google, resolvi mudar o enfoque da apresentação. Como o Bechara do iLearn iria mesmo falar sobre acessibilidade e no final do painel combinamos que passaríamos o vídeo "Acessibilidade na Web: Custo ou Benefício", fiquei tranqüilo ao mudar de foco.

1- Microsoft: na semana de 13 a 17 de agosto, estava fora do Rio e precisei ser substituído em uma aula. Fiz uma apresentação e enviei ao professor substituto. Um pouco antes da aula, ele me ligou dizendo que a apresentação não abria e que a extensão do arquivo era incompatível com seu powerpoint 2003. Ao invés de PPT eu havia salvo como PPTX. Como era possível? Bem, a MS resolveu mudar tudo em seu novo office e para resolver o problema rápido, eu teria que "salvar como" o arquivo em uma versão compatível com o office 2003.

Ai que começou o problema, onde está o Wally, digo, o "Save As"? Simplesmente essa nova versão do Office 2007 não disponibiliza o menu "Arquivo" ou "File" ou qualquer um dos menus a que estávamos acostumados... e não teve santo que me fizesse achar onde estava escondido o comando na nova versão.

Depois de apanhar muito e não achar o comando, meu cliente que já tinha passado pelo mesmo problema com essa nova interface, resolveu ajudar e mostrou onde ficava o "save as". Pois é, depois de 15 anos usando o PowerPoint para fazer apresentações, me senti o maior entre os maiores leigos no assunto. Capturei algumas das telas do office e coloquei na apresentação.

2 - Google: eu e o MAQ fizemos uma apresentação sobre acessibilidade na web segunda, dia 20. Durante a palestra um dos participantes nos fez a seguinte pergunta: O Google é acessível?
Minha resposta foi um grande NÃO e um enorme SIM. Estávamos falando do sistema de busca do Google, bem, explico isso na apresentação...

Segue abaixo algumas fotos, a apresentação no slideshare com opção para download em "PPT" compatível com versões anteriores a 2007 e o MP3 meio tosco que gravei da apresentação com meu smartfone. Como não consigo falar sem mexer os braços, não ficou lá nenhuma Brastemp. Além disso, em função do tempo curto, tive que acelerar um pouco e falar mais rápido do que de costume. Para terminar as desculpas, quem tiver paciência de ouvir repetidas vezes a palavra "enfim" usada como vírgula e alguns erros de concordância, pode achar interessante a abordagem do tema e iniciar uma discussão sobre o assunto.

Clique sobre as imagens abaixo para ampliar:

eu durante a apresentação na Rioinfo 2007.
Durante a apresentação na Rioinfo 2007..

mesa do painel Acessibilidade, Usabilidade e Interface - Márcio Barroso, Diretor Vice-presidente da Softex - Daniel Checchia da Lab 245 - Bechara da iLearn e eu da Acesso Digital.
Mesa do painel Acessibilidade, Usabilidade e Interface - Márcio Barroso, Diretor Vice-presidente da Softex - Daniel Checchia da Lab 245 - Bechara da iLearn e finalmente eu da Acesso Digital.

NEtworking após palestra com Robson Santos e ourtos colegas.
Networking após o painel - eu e o Robson Santos entre novos colegas.

Slides no Slideshare:



Gravação em MP3 da apresentação:
Design para Simplicidade - arquivo MP3 - tamanho 24MB - Duração 25 minutos.


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No mesmo dia a noite, rolou o encontro da lista de Arquitetura da Informação devidamente registrada pela Paola:

"Aconteceu ontem aqui no Rio mais um encontro de web. Dessa vez, foi no Puebla Café e apreciando Micheladas, tequilas e um pouco da culinária mexicana… uma noite muito agradável!..."

Foto encontro web rio de janeiro agosto 2007
Robson Santos, Horácio, Edson, Magalí, Cláudia, André, Peterson, Luiz Agner, Paola e Chaves.

Mais sobre o encontro e outras fotos no blog da Paola.


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31 julho 2007

Como obter a sonhada vantagem competitiva?

"Ter vantagem competitiva é como ter um revólver em uma luta de facas." Anonimo

Só existe um caminho...através da inovação!!!

Segundo Marcos Cavalcanti - coordenador do Centro de Referência em Inteligência (Crie), da Coppe/UFRJ, em entrevista desse último domingo para o caderno Boa Chance, inovação é a capacidade de transformar idéias em produtos e serviços. De resolver problemas de uma forma nova, reduzindo custos ou criando riqueza.
uma pião de xadrez em destaque no meio de tantosMas inovar não é simples, é sempre um pouco arriscado, caro e também não é garantia de sucesso, afinal, segundo pesquisas, estima-se que de cada dez iniciativas de inovação, só duas ou três dão certo.

Se é muito arriscado, então o negócio é esperar o mercado criar novos produtos e, se eles derem certo, então benchmark neles... Não acho que seja uma estratégia muito inteligente copiar a concorrência, para dizer a verdade, considero uma estratégia Kamikazi, suicida.

Infelizmente é assim que pensam e fazem a grande maioria das empresas brasileiras. Uma pesquisa do Ipea, mostra que 98,3% das indústrias brasileiras não são inovadoras. Mas mostra também que esse 1,7% inovador é responsável por mais de 25% do faturamento de todas elas.

O problema é que, para inovar, é preciso primeiro mudar a cultura das empresas, seus colaboradores e, principalmente, de seus executivos. Destruir o mito que não deve-se mexer em time que está ganhando, afinal, o líder deve ser o primeiro a mudar se quiser continuar no topo.

Mas mudar cultura é sempre um processo lento e difícil, mas o único caminho para a inovação e o crescimento.

A empresa deve criar um ambiente onde todos possam perguntar e questionar o funcionamento dos processos, onde sejam estimulados a pensar e buscarem novas soluções para antigos e novos problemas.

19 junho 2007

The Business case for Web Standards

Business case for Web StandardsBacana essa idéia de utilizar uma Wiki para listar os principais argumentos, contra-argumentos e alguns erros comuns que devem ser evitados na hora de vendermos nossos peixes, digo, nossos projetos/orçamentos de Web Standards aos clientes.

Tem horas que é realmente complicado explicar para um determinado cliente/leigo, os benefícios que uma boa usabilidade, acessibilidade e padrões podem trazer ao seu negócio.

Agora, o bacana mesmo, foi encontrar nessa Wiki, uma lista com os contra-argumentos aos padrões. Afinal, não é só com "prós" que se mantém uma boa idéia/projeto, é preciso também conhecer os "contras" dessa idéia e as principais desculpas do mercado. Conhecer os contra-argumentos é tão importante quanto conhecer os argumentos.

Normalmente, temos no máximo entre 10 a 15 minutos para vender/convencer clientes a comprarem nossas idéias. Portanto, é necessário ficar atento e estar preparado para responder todas as perguntas que possam surgir sobre o projeto em questão.

Por isso, para toda nova idéia/projeto que saio para vender, enumero o máximo de "indicações" para a idéia e também as suas possíveis "contra-indicações" e os mitos que cercam o mercado.

- Wiki - Business case for Web Standards

"...Unfortunately it may be hard to argue for the use of Web standards, if the person on the other side of the table does not understand your arguments. It can be hard to convince business stakeholders when you don't speak their language. I've been there, as I'm sure most other Web standards advocates have (though I meet much less resistance now than a few years ago)..."

Fonte: 456 BEREAst

16 junho 2007

Jornadas de Conhecimento: o novo conceito em educação continuada!

Jornadas de Conhecimento: o novo conceito em educação continuada

27 junho 05 setembro
Acessibilidade na Web: custo ou benefício.

Grupo de Pesquisa em Acessibilidade, Usabilidade e Web Standards.

Horácio Soares, Lêda Spelta e MAQ - Marco Antonio de Queiroz
(Equipe AcessoDigital.net)

Programação detalhada: Acessibilidade na Web.



12 setembro
Design de Iteração em Aplicações WEB com AJAX.

O Ajax permite desenvolver aplicações poderosas, mas se não forem bem empregados seus recursos, a interface pode se tornar um incômodo para seus usuários. Saiba como projetar e implementar uma aplicação baseada em Ajax com foco na usabilidade.

Frederick van Amstel
.
Usabilidoido.com.br

Programação detalhada: Aplicações WEB com AJAX.




04 julho 19 setembro
Mudança e Aprendizagem Organizacional.

Como incorporar a evolução permanente na cultura, na tecnologia e nas práticas da organização.

Luiz Carlos de Sá Carvalho.


Programação detalhada: Mudança e Aprendizagem Organizacional.



11 julho 26 setembro
Inovação Estratégica.

Criando vantagem competitiva através do posicionamento inovador.

Renata Seldin / Fernando Taliberti.


Programação detalhada: Inovação Estratégica



18 julho 03 outubro
Arquitetura de Sites.

Metodologia, Design, Usabilidade, Acessibilidade, Arquitetura da Informação, Web Writting e Web Standards (tableless).

Horácio Pastor Soares.


Programação detalhada: Arquitetura de Sites



08 agosto 10 outubro
A Arte de Resolver Problemas.

Uma metodologia geral para resolução de problemas de negócios.

Horácio Soares Neto.


Programação detalhada: A Arte de Resolver Problemas



25 julho 17 outubro
Propostas Radicais para Economia e Segurança no Desktop

Como reduzir o custo de propriedade e aumentar o controle e a segurança da informática nas empresas.

Pierre Lavelle.


Programação detalhada: Propostas Radicais para Economia e Segurança no Desktop



01 agosto 24 outubro
Gestão do Conhecimento.

Por que e como aplicar seus conceitos e práticas nas organizações.

Newton Meyer Fleury


Programação detalhada: Gestão do Conhecimento



15 agosto 31 outubro
A Arte da Negociação: Como alcançar resultados através de um processo estruturado de negociação

Paulo Roberto Santos.

Programação detalhada: A Arte da Negociação.



22 agosto 07 novembro
Gerenciamento de Projetos.

Como desenvolver projetos no prazo, custo e qualidade acordados com o cliente!

Carlos Drummond Costa.

Programação detalhada: Gerenciamento de Projetos.



29 agosto 21 novembro
Governança em TI Por quê? / O quê? / Como?

Cristiano Breder


Inscrições e informações

Telefone: (21) 3974 5015 com Srta. Aline
E-mail: curso@riosoft.softex.br
Site: www.jornadasdeconhecimento.com

02 abril 2007

Google aumenta a concorrência com as Organizações Tabajara!!!

Eita povinho criativo...

conexão de banda larga via Google usando o vaso sanitário.Google também resolveu aprontar e lançou o Google TiSP SYSTEM... acho bom as Organizações Tabajara abrirem os olhos, senão...

Ligue agora para Gooooooogle e receba o novo kit Google TiSP SYSTEM... vai revolucionar o mercado de banda larga.

Faça um tour em: Google TiSP

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Dando uma olhada no Bloglines... achei o histórico que o Murilo Gun - do blog: Cotidianus - fez sobre os últimos lançamentos de primeiro de abril do Google...

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10 março 2007

Cinco princípios de design que deveriam ser mandamentos…

Achei tão fantástico os 5 princípios do design (Five Principles to Design) de Joshua Porter, que ao invés de princípios, eles deveriam ser mandamentos.

Transcrevo abaixo uma tosca tentativa de tradução/resumo para o português:

  1. A tecnologia deve servir aos homens e não os homens que devem servir as tecnologias

    As pessoas não devem achar que fracassaram ao usar uma determinada tecnologia. É uma falha da interface e não do usuário. Assim como os clientes, os usuários sempre têm razão...

  2. Design não é arte!

    A arte é um expressão pessoal, um ponto de vista. É sobre a vida, as emoções, os pensamentos e idéias de um determinado artista.

    Na outra mão, design é para ser usado. O designer precisa que alguém use (não apenas admire) as interfaces que desenvolve. O design não tem nenhum propósito se não for para as pessoas usarem.

    Quando uma arte é apreciada, as pessoas falam “eu gostei daquilo”. Quando gostam de um design, eles dizem “aquilo funciona bem”. Isso não é por acidente. Bom design é quando alguma coisa funciona bem.

  3. A experiência pertence ao usuário.

    Os designer não criam experiências, eles criam artefatos para a experiência. Esta simples distinção faz toda a diferença, ela coloca o designer a serviço do usuário, e não o usuário a serviço do designer.

  4. Um ótimo design é invisível.

    Um grande design funciona tão bem que nós nos esquecemos do grande esforço criativo que foi responsável por esse resultado.
    Já um design ruim, é bastante obvio, pois ele incomoda muito ao ser usado. É bisonho, difícil e complexo. É uma grande ironia, mas é muito mais fácil reparar em um design ruim, do que em um bom.

  5. Simplicidade é o supra-sumo da sofisticação

    Como disse Saint Exupery, “um designer sabe que atingiu a perfeição, não quando não há mais nada para adicionar, mas quando não há mais nada para ser retirado.”

    Simplicidade é saber o que manter e o que jogar fora... isso acontece como mágica quando funciona, porque nenhuma complexidade é transferida aos usuários.


Isso me fez lembrar um interessante texto com título "Simples, Lógico, Possível" do Edward De Bono, que deveria ser adotado por todos governantes e desenvolvedores de interfaces:

SIMPLES, LÓGICO, POSSÍVEL


"...Sugiro que cada país tenha um Instituto Nacional da Simplicidade, que se transformaria em um órgão de referência. Se o governo propusesse novas regulamentações esse órgão poderia dizer: ´São complicadas demais, é preciso deixá-las mais simples´. Desse modo, haveria algum defensor da simplicidade, assim como temos organismos defensores dos animais e outros..."

Edward de Bono é um estudioso dos processos do pensamento e notabilizou-se pelo conceito de “pensamento lateral”, difundido com muito sucesso no mundo inteiro. Escreveu mais de meia centena de livros.

01 fevereiro 2007

A criatividade vence a força

Virada de mesa da empresa que manteve seu foco na simplicidade, criatividade e, principalmente, nos gostos e desejos de seus consumidores.

Na reportagem da revista Época de 22 de janeiro, descreve como a Nintendo com seu, simples e inovador Wii está ganhando a guerra sobre a Sony, líder do mercado de videogames nos últimos 10 anos, com seu poderoso Playstation 3.

O PS3 é o console mais poderoso do mundo com 7 processadores que apresentam gráficos impressionantes... ele saí nos EUA por 499,00 - 250,00 doletas a menos que o custo de seus sofisticados componentes, diz a Sony, que espera recuperar o prejuízo do hardware com a venda de jogos.

O problema é que, apesar da alta definição das imagens, a primeira leva de jogos decepcionou os fãs pela falta de inovações e, para piorar, os programadores dizem que é difícil fazer jogos para o PS3.

Estratégia bem diferente teve a Nintendo com o seu novo lançamento, o Wii. Baseou-se na inovação e facilidade de uso de seu novo console, para retornar a liderança desse segmento, depois de 10 longos anos.

Com o foco em seus consumidores, percebeu que eles estavam mais interessados em jogos criativos do que por games com gráficos complexos e difíceis de usar.

O Wii vem com um Joystick que lembra um controle remoto de TV com um sensor de movimentos que permite que o jogador dê um soco no ar e seu personagem, no game, faça o mesmo.

A Sony chorou e disse que o Wii está vendendo mais – em torno de 750 mil cópias mensais contra 450 mil do PS3 – porque o preço é a metade do seu console, mas os analistas discordam. “A vantagem da Nintendo foi inovar na direção que os consumidores estavam querendo”.

Na verdade não nem um pouco fã de games, mas bem que fiquei com uma baita vontade de experimentar o Wii.

Que tenha servido de lição para a Sony e tantas outras “grandes empresas”.

Fonte: A Sensibilidade venceu a força – Revista Época de 22 de janeiro de 2007.

27 dezembro 2006

Frases de Domênico De Masi, pái do Ócio Criativo, para um novo 2007

"O homem que trabalha perde um tempo precioso"

Pode até parecer que De Masi é contra o trabalho, mas o que ele realmente não tolera é o seu modelo atual, centrado na idolatria do trabalho, do mercado e da competitividade elaborada pelo ocidente, principalmente pelos Estados Unidos.

Ele acredita que as atividades devem ser baseadas na simultaneidade entre o trabalho, estudo e lazer. O trabalho deveria ser, na maior parte das vezes, prazeroso e divertido e quando estamos assim, qualquer dia é sábado e qualquer hora é hora para trabalhar.

Outras frases do livro Ócio Criativo:

"O futuro pertence a quem souber libertar-se da idéia tradicional do trabalho como obrigação ou dever e for capaz de apostar numa mistura de atividades, onde o trabalho se confundirá com o tempo livre, com o estudo e com o jogo, enfim, com o 'ócio criativo'".

"Aquele que é mestre na arte de viver faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu tempo livre, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a sua religião. Distingue uma coisa da outra com dificuldade. Almeja, simplesmente, a excelência em qualquer coisa que faça, deixando aos demais a tarefa de decidir se está trabalhando ou s divertindo. Ele acredita que está sempre fazendo as duas coisas ao mesmo tempo".

Domênico De Masi, O Ócio Criativo

Resumo do livro "O Ócio Criativo [PDF]" por Vanessa Costa

Aproveite o final de 2006 e se faça a seguite pergunta: qual é a diferença entre segunda-feira e sábado? Se a diferença for grande, alguma coisa pode estar errada e talvez seja preciso repensar alguns valores profissionais e pessoais para o novo ano que se aproxima.

Feliz 2007!!!

26 dezembro 2006

Tomar banho de chuva, não tem preço!!!

Na véspera do natal, finalzinho da tarde e com o sol já em clima de final de festa, resolvi dar uma corrida já prevendo o excesso de calorias que estava por vir...

Há alguns anos, quando comecei a correr, qualquer desculpa era o suficiente para uma procrastinação... “amanhã eu corro, tudo bem” e empurrava com a barriga.

Correr sozinho, só se fosse com som alto e em ritmo acelerado, mesmo assim, quando podia, dava desculpas para parar antes da hora.

Para piorar, freqüentar academia na hora do almoço durante a semana era minha única alternativa para praticar exercícios. No início, era muito complicado, correr na esteira, olhando para um cromômero que parecia estar em câmara lenta, com a temperatura sempre em elevação, assim como a minha fome.

Mas o bacana, é que com o tempo foi ficando mais fácil, e aos poucos, aumentei a distância percorrida e melhorei meu tempo.

Mesmo nos dias quentes de verão e que estou cansado, a recompensa vem com uma longa ducha acompanhada da sensação do dever cumprido, bem estar e da impressão que o dia está apenas começando.

Melhora muito meu humor e auto-estima e os meus problemas, já não são assim tão feios, pelo contrário, me sinto motivado a resolvê-los com novas idéias que começaram a brotar durante e depois da corrida.

É um curioso paradoxo, mas depois de praticar atividades, sempre tenho mais disposição física e intelectual, para criar e desenvolver projetos. Principalmente para quem, como eu, fica as vezes mais de 18 horas sentado em frente a um computador.

Outra coisa legal, é que aproveito o tempo sozinho durante a corrida para pensar e repensar minha vida pessoal e profissional e por tabela, mantenho a saúde em dia.

Atualmente, correr e praticar esportes como squash, longskateboarding, malhar ou fazer levantamento de copos, sempre me fazem ter boas idéias...

O objetivo aqui não é fazer apologia ao culto do corpo, muito menos fazer ninguém virar um atleta da noite para o dia, mas incentivar o hábito da prática de exercícios diários. Pode ser uma simples caminhada matinal, aulas de danças salão, natação, andar de bicicletas, ou qualquer outro exercício, não faz diferença. O importante é escolher algo que te dê prazer e sirva como válvula de escape para a rotina diária em casa e no trabalho.

Infelizmente, quase sempre vejo amigos e colegas de trabalho reclamando de dores no corpo, cabeça, insônia, gastrite, ansiedade, irritabilidade e stress, normalmente causados pela sobrecarga de trabalho, problemas, excesso de alimentação e falta de atividades físicas.

Mas é importante lembrar que antes de iniciar qualquer atividade, é fundamental procurar ajuda profissional e fazer testes de esforço, sangue, etc.

Voltando a véspera do natal, quando acabei de correr na praia, próximo ao pontal no Recreio dos Bandeirantes, começou a chover bem fraquinho, mas não dei muita atenção.

foto do por do sol na praia do Recreio dos Bandeirantes - Rio de Janeiro

foto do pontal na praia do Recreio dos Bandeirantes - Rio de Janeiro

Quando comecei a caminhar, começou a chover muito forte, então corri para debaixo de uma árvore para me proteger da chuva.

Depois de um minuto, me dei conta que além de suado, também já estava um pouco molhado da chuva e não tinha porque me esconder.

Que se dane o tênis novo, saí e caminhei lentamente durante uns 15 minutos em baixo de muita chuva... foi como lavar a alma e voltar no tempo uns 20 anos pelo menos...

Como pude esquecer o prazer de um simples banho de chuva em um belo dia de verão?

22 dezembro 2006

Natal ainda mais criativo...

Em sua 11ª edição de Natal, a Árvore de instalada no espelho d'água da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, conseguiu mais uma vez me surpreender. Desde a primeira edição, em 1996, a Árvore já recebeu prêmios como o Top de Marketing e foi considerada, em 1999, o Maior Ornamento de Natal Flutuante do Mundo, segundo o livro Guinness dos Records.

Patrocinada pelo Bradesco Seguros, já é considerada o terceiro maior evento do Rio de Janeiro e nessa edição, consome nada mais e nada menos do que 2,8 milhões de micro-lâmpadas e 35 mil metros de mangueiras luminosas.

Além da imponência dos números, é impressionante como conseguem a cada ano, nos surpreender com beleza e originalidade. Como diz um saudável amigo flamenguista, para falar verdade, nem tão saudável assim: “essa árvore é show de bola no maracá”.

Bacana ver que apesar de utilizaram a mesma estrutura dos outros anos, em formato de cone aramado, conseguiram um resultado diferente e ainda mais bonito que nos outros anos.

Vai ficar difícil passar pela Lagoa durante esse Natal e fingir que ela não existe.

Chega de falar, abaixo três fotos que recebi do amigo Luiz Eduardo Balabram:

foto da ávore a noite com muitas luzes, grandes bolas, chafariz e holofotes

foto da árvore iluminada e com dia amanhecendo


foto da ávore a noite com diferentes efeitos de luzes

27 novembro 2006

Barreiras à Criatividade

“Muitas coisas não ousamos empreender por parecerem difíceis; entretanto, são difíceis porque não ousamos empreendê-las.”
Sêneca

Para Abraham Maslow, um dos psicólogos mais proeminentes do século vinte, “O homem criativo não é um homem comum ao qual se acrescentou algo. Criativo é o homem comum do qual nada se tirou”. Ele chama a atenção para a influência poderosa das forças adversas presentes na nossa cultura e criação que nos impendem de desenvolver e realizar o nosso potencial criativo.

A maioria das pessoas têm medo de perguntar, agir, se expressar e errar... Fomos criados para obedecer e seguir padrões e paradigmas. Perdemos a nossa curiosidade e capacidade de pensar e questionar valores e verdades. Não conseguimos enxergar os nossos problemas sob outros pontos de vista.

Certa vez, Einstein disse: “ - não sou mais inteligente do que ninguém, sou apenas a pessoa mais curiosa que conheço”.

Assim, para reanimar e reativar a curiosidade e criatividade neutralizada pelas forças adversas presentes em nossa criação e cultura, é fundamental que eliminemos frases, expressões, paradigmas, conceitos e preconceitos tão presentes em nosso dia-a-dia, e que limitam e bloqueiam a criatividade.

Vejamos alguns dos clássicos bloqueadores da criatividade:

- Não vai dar certo!
- Isso não tem a menor lógica.
- Siga sempre as normas.
- Cuidado para não pagar um mico.
- É proibido errar.
- Brincar é falta de seriedade
- Isto não é da minha área, cada macaco no seu galho.
- Eu não quero mudar! Time que está ganhando não se mexe.
- Eu não sou criativo!
- É impossível. Não dá para fazer!
- Isto não serve para nada!
- Santo de casa não faz milagre.
- Não vamos inventar a roda.
- Vai custar muito caro.
- Seria uma mudança muito radical.

Estes são alguns dos bloqueadores da criatividade, mas cuidado, existem muitos outros. Precisamos estar sempre atentos, um bloqueador pode vir camuflado de boas intenções. Manter a cabeça aberta a novas idéias, não se deixar influenciar pelo pessimismo alheio, os preconceitos e paradigmas.

Artigo: Bloqueios a Criatividade

A boa notícia é que a criatividade faz parte da natureza humana e com o estímulo certo, nós podemos desenvolve-la.

Vejamos algumas das muitas maneiras de desenvolver a criatividade no artigo: Desenvolvendo a Criatividade

 
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